“Unit1.h”

A seguir, percebemos mais um enunciado include inserido automaticamente pelo BCB:

#include “Unit1.h”

O arquivo de cabeçalho Unit1.h” é criado simultaneamente com o arquivo “Unit1.cpp” que é o arquivo que contém o código principal de um aplicativo (aquele onde temos efetuado a maioria das inclusões de códigos até agora). Já sabemos que os cabeçalhos colocados entre aspas “...” determinam que o pré-processador procure o cabeçalho primeiro no diretório atual, e depois na biblioteca padrão (Include). Entende-se por diretório atual, aquele onde salvamos o projeto, ou seja, onde se encontram os arquivos do projeto gerados pelo sistema no desenvolvimento do programa. Eventualmente, se o arquivo não se encontrar em nenhum desses dois diretórios, podemos indicar o seu caminho completo entre as aspas:

“C:\\Meu_aplicativo\\Unit1.h”

Evidentemente que Unit1.h é o nome padrão dado pelo C++Builder ao arquivo. Se, num projeto, salvarmos os arquivos com nomes diferentes, esses nomes serão aqueles que encontraremos acompanhados do “.h” e do “.cpp”. Por exemplo, “Edit_Texto.h” e “Edit_Text.cpp”. Outra questão importante diz respeito ao número 1 entre Unit e o .h ou o .cpp. Esse número refere-se ao número do componente na aplicação. Se colocarmos um segundo Form no aplicativo, o arquivo principal dele será nomeado de Unit2.cpp; um terceiro, de Unit3.cpp , e assim por diante. Evidentemente, conforme exposto, não precisamos concordar com nomes padrão.

Em outra seção, abordaremos técnicas de como dar nomes a nossas aplicações e aos componentes nelas inseridos. Porém, no nosso curso, raramente trocaremos o nome padrão fornecido pelo compilador. Por um motivo muito simples. O nome padrão facilita a compreensão para estudantes de línguas diferentes, que não compreendem nosso idioma. Quando eu fazia pesquisas na internet, várias vezes pude aproveitar códigos, cujos autores eu nem poderia, de mim mesmo, imaginar a nacionalidade, de tão complexa a forma de escrever (tipo chinês, russo, grego etc). Mesmo assim, quando os códigos eram mantidos no default fornecido pelo C++Builder, eram-me bastante claros (exceto strings e comentários, evidentemente).

Penso que é o mínimo que posso fazer, uma vez que a maior parte do que consegui aprender sobre programação foi através da Internet, através de uma infinidades de generosos professores anônimos. Porém, quando eu aproveitar exemplos que já fiz anteriormente, alterando os nomes, manterei estes nomes.




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